domingo, 25 de julho de 2010
Eu estou longe daqui, longe de qualquer pessoa, mas não longe da tua mente, do teu coração;
Eu poderia dizer: não para de chover desde que você voltou pra casa. Sim, clichê. Mas não é isso que eu quero dizer pra você, é muito complexo para poder entender. Só só coisas que minha mente não cansa de gritar, mas esses gritos nunca encontraram você, pra dizer o quando dói te ver.
Em todo esse tempo eu descobri o que é crescer, o que é mudar. E hoje eu penso, que sim, sou uma pessoa melhor, tudo por você.
Eu poderia dizer: não consigo respirar quando estou longe de você. Sim, clichê. Pois sei que sem você eu posso respirar, as vezes até melhor.
Eu parei para rever todos os meus dias sem você, e percebi, que os meus dias mais felizes foram os que eu não te vi. Mas por cada palavra dita. Por cada respiração alterada. Por cada olhar. Eu percebi que não posso dizer que não consigo viver sem você, porque eu consigo, eu simplesmente não quero.
- mas a história mudou.
sábado, 24 de julho de 2010
Todo mundo muda, mesmo sem querer, mesmo sem saber porque.
Pois quando menos esperei, algo aconteceu, me deparei com você, simplesmente ao meu lado com tudo que eu sempre precisei. Com aquela beleza rara, normal aos olhos de alguns, mas não aos meus, beleza estupenda, um rosto que a muito tempo eu sonhei.
Por algumas horas senti como se você fosse minha, pode ser coisa da minha cabeça, imaginação talvez, mas que eu espero realmente que um dia vire realidade.
E agora, pela primeira vez, as coisas estão diferentes. Estou diferente. Hoje a minha noite se resume a sua voz, meus sonhos se resumem em ter te visto sorrindo, o meu pensamento se resume ao seu sorriso.
O que sera isso? Não sei.
Cedo demais? Talvez.
Eu espero você me responder.
Só digo: se entregue ao meu abraço, que nunca mais estara sozinha.
domingo, 18 de julho de 2010
Acredite, é difícil sentir algo que você nem sabe o que é.
Nunca imaginei minhas pernas tremendo quando te visse, coração acelerado, respiração alterada ao apenas ver você sorrir pra mim, aconteceu, não teve como fugir.
Posso estar enganada, confusa ou algo assim, mas por incrivel que pareça, eu não consigo fugir de mim. É estranho saber que sente o mesmo, e mais estranho ainda saber que não é por mim. E eu continuo fingindo que não é nada, mas é tão facil perceber quando estou perto de você.
Essa noite a neblina me fez refletir sobre tudo que eu penso sentir, tudo que eu fujo, e o porque eu sempre quis você aqui. Você já quis estar aqui? Você já esteve aqui?
Perguntas sem respostas, histórias que nunca aconteceram. Final sem começo, minhas voz sumindo ao vento, e que nunca encontrou você, não da maneira que eu queria. A noite desaparecendo aos poucos, e eu querendo te dizer algo que eu nem sei o que, espero que não seja nada demais, mas no meu pensamento, sempre há você.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Então comecei a pensar se não há um jeito disso tudo se reverter, se a minha inspiração sempre foi você. Eu precisei que você desistisse de mim, se é que um dia esteve aqui, para que eu desistisse de você. Mas não, eu não esqueci, eu apenas mudei as coisas de lugar, para que sempre, em algum lugar dentro de mim, eu possa lembrar de ti, mesmo que o tempo apague todos os seus vestígios aqui. Porque antes eu ficava satisfeita por apenas ver teus olhos, hoje estou satisfeita por apenas enxergar, seja quem for, seja o que for, apenas enxergar.
Eu tentei recomeçar por um caminho que não era o meu, e talvez um dia eu encontre o real motivo para tanta procura, pra tantos erros. Mas o medo é maior, maior do que qualquer pensamento positivo. Afinal, é normal ter medo do desconhecido. Talvez seja hora de fechar os olhos e seguir em frente. Eu nem vou perceber quando estiver lá.
domingo, 11 de julho de 2010
Tenho desistido da idéia de você. Desisti.
Muitas vezes me pego pensando em cada palavra dita, até me divirto com elas, me divirto com a dor. Muitas vezes me pego gritando seu nome, abafando cada grito pelo travesseiro, mas no fundo querendo mesmo que eles encontrem seus ouvidos, e faça um barulho ensurdecedor, que faça você perceber que eu sou quem você realmente pensou. Muitas vezes me pego cantando a musica que eu fiz pra você, ouvindo sua voz dizer o que eu havia mentido entender. Muitas vezes me pego pensando simplesmente em você, isso chega a ser masoquismo, eu sei, talvez eu queira mesmo sofrer, sei lá, ou acho que eu apenas tenho a esperança de um dia ter você.
Ontem ao acordar me deparei com lagrimas escorrendo pelo meu rosto, teu semblante refletindo na minha mente, a sua voz gritando aos meus ouvidos. Mas por mais que aquilo tudo doía, me quebrava, me matava, eu não queria levantar, porque era o mais perto de você que apartir de hoje eu vou conseguir chegar.
Ao adormecer, fechei meus olhos e novamente vi você, senti teu perfume, ouvi tua voz dizer: amor, eu amo você. Morri e no mesmo segundo ressuscitei. Meu Deus, o que eu estou fazendo com a minha vida? O que eu estou fazendo com o meu coração? Eu sei, o amor pode ter o poder de despedaçar você, mas ele ja não fez isso o suficiente? Como isso pode acontecer? Como eu cheguei a esse ponto? Eu não mereço isso. Eu estou me matando por você. Isso chega a ser psicótico. Mas por que eu não consigo parar?
Fechei meus olhos agora, novamente vi você, apertei minhas pálpebras, com uma força absurda, tentando fazer sua imagem desaparecer. Ela não desapareceu. Mas vou continuar nesse processo, abrindo e fechando meus olhos até esquecer completamente a sua fisionomia, até não restar mais nada seu em mim. Eu decidi: vou esquecer você, ou nunca mais viver!
sábado, 10 de julho de 2010
Como é possível você achar que conhece uma pessoa tão bem e ver que não conhecia nem um por cento disso, não chegou nem perto disso? É como se você tivesse que pular de uma ponte, achando que alguém fosse se importar se o mundo acabasse ali pra você, mas na verdade olhar pra trás e vê que não tem ninguém ali se preocupando se você sofre ou não.
Ontem eu senti como se fosse cair dessa ponte, na verdade eu senti como se eu já tivesse caído, mas em um buraco sem fim, e enquanto caia, entre uma lagrima e outra eu via teu rosto, mas o enxergava por livre e espontânea vontade, eu sei, isso chega a ser masoquismo, querer sentir essa dor, mas fazer o que? Então durante essa queda eu parei para analisar minha vida, as pessoas ao meu redor, sorrisos, cada palavra, e nesse momento percebi que eu ja havia caído, e caído sozinha, pois não havia ninguém ao meu redor, nem ao menos para me empurrar dessa ponte.
Solidão. Foi o que eu senti ao ver que não há ninguém ao me redor nem ao menos com um singelo sorriso verdadeiro, apenas mentiras e falsas promessas. Mas eu já deveria saber né?!
Dor. Foi ao que eu senti ao te ver dizendo adeus, mas não foi nem por ter ido embora, e sim por nunca ter estado aqui, pois cada vez que eu achava que ouvia, respondia, acreditava, retribuia, era apenas a mentira sentada ao meu lado no seu lugar.
Ficou o vazio, ficou a lagrima, ficou a ferida, que o tempo vai cicatrizar, mas eu sei que essa cicatriz vai ficar como uma tatuagem gravada em meu peito, que infelizmente nunca vou retirar, nem ao menos esquecer.
Ficou a lembrança, ficou teu lindo rosto projetado na minha mente, e cada vez que eu fecho os olhos, lembro do teu sorriso, que conseguia prender minha atenção quando tudo a minha volta gritava por mim. Ficou o desejo, ficou a vontade de dizer que virou ódio o que eu senti por você, ficou o adeus, se é que aquilo foi um adeus, ficou o fim, mas é possível chegar ao fim aquilo que nunca começou? É possível chorar por algo que nunca existiu? É, parece que nunca vou saber as respostas, mas enquanto eu vou caindo, juntando feridas, respondendo perguntas, aah eu fechei meus olhos, vi seus olhos castanhos, seu sorriso perfeito, sua voz, a mais bela melodia para seguir meus dias... Ops, respirei de novo. É, acho que vai ser dificil.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Talvez o erro seja meu, talvez eu nunca errei, mas eu nunca vou saber de fato como tudo isso passou por você. Talvez se eu tivesse tido mais vergonha de falar, se eu não tivesse tentado tanto, uma hora você ia ter que tentar, ou quem sabe eu sendo outra pessoa isso não poderia te ajudar. É, realmente eu nunca vou saber, eu sei.
Agora eu tenho medo de olhar pra trás e ver o que eu nunca consegui enxergar estando cega por você, foi muita coisa que eu perdi? Foi muita vida que eu desperdicei? É, eu nunca vou saber.
Mas eu queria aquele momento de volta, aquele simples abraço que me fez nunca mais querer acordar.
Eu fiz o que eu achei certo, agora estou deixando com o tempo, e acredite, isso dói mais, muito mais. O tempo ja gravou a tua voz em mim, mas eu queria ouvir de você aquilo que você mentiu dizer.
- um dia tu vai ver que isso tudo foi ruim, e eu não vou estar mais aqui para ouvir desculpas que pra mim não me impedem de fugir.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Eu esperei demais la fora, e resolvi entrar, mas a porta ainda esta aberta esperando você chegar;